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Voto na Matéria

Ou, não... um bocadinho de tudo, que o mundo provoca em mim.

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Ou, não... um bocadinho de tudo, que o mundo provoca em mim.

AstraZeneca

07.04.21 | Silêncios

 

Oxford garante que vacina da AstraZeneca é segura

 

Não passamos de contribuintes que, ao mínimo desvio, são intimados a pagar. Com juros de mora, quando vemos outros perdoados por crimes comprovados que, ou prescrevem, ou há sempre uma alínea qualquer, que se adapta. E cobre...
Não passamos de carne para canhão!
Cobaias que se testam e se submetem aos variados processos de "actualização e descobertas científicas", alegadamente perniciosas, que podem comprometer a saúde e até a continuidade da nossa vida. 
Não passamos de estatísticas! Números apostos num registo, cédula, cartão, certidão, quadro hospitalar, ou lápide!
Na verdade, não temos nomes, nem rostos. Ou sexos. Somos uma amálgama que veio ao mundo para servir e serve para o que for. Seja o propósito esconso. Somos órgãos! Mercadoria preciosa no mercado negro, equivalentes ou inferiores à presa em marfim.
Somos diversão em bar de estrada ou pensão rasca. Cabeças decepadas, quando lhes dá na cabeça.
Verdadeiramente somos, pó. E nada. Que nunca chega a ser algo, servindo entre tanto de moeda de troca para os que nos vão traficando ao longo da vida em nome do nosso bem!
Por todo o mundo somam-se milhões de mortes. O que são mais 40 ou 100. Mil, duas mil... em prole da "ciência". Afinal é tudo para o nosso bem.
Pensem nos coágulos sanguíneos que vos tirarão a vida, quando vos prometem esperança, como um presente! Como somos mal agradecidos. Oferecem-nos tanto!
Querem dar-nos a "vida" eterna e preferimos (ainda) a que temos. 

 

 

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